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1. Os filmes em psicologia

O uso de material cinematográfico em psicologia é rico e, geralmente, possui resultados muito mais eficazes que em filosofia. As razões deste sucesso não surgem por acaso. Existem quatro contributos muito simples: i)  a psicologia trata, em alguns momentos, casos práticos (que podemos seguir em filmes); ii) a psicologia  clínica está presente de uma forma intensa e acessível em vários filmes; iii) a carga horária semanal da disciplina fornece tempo suficiente para passar filmes em tempo útil; iv) os alunos de 12º ano possuem maior maturidade para interpretar filmes, sobretudo, para elaborarem comentários ou pequenos ensaios sobre os mesmos.

Algumas referências no blog de sugestões de filmes:

2. FILME “O CISNE NEGRO”

Não é apenas uma obra prima, mas umas descrição visual e terrorifica de como as nossas emoções nos podem modificar enquanto humanos e, sobretudo, definir o nosso “existente”. Quem somos? O que nos define? Será que aperfeição está no controlo? Será que podemos despertar o cisne negro que há em nós e controlá-lo?

Com um conjunto de actores de elite e a magnífica interpretação de Natalie este filme apesade de não ser agradável de se ver, prende-nos ao ecrã e liga-nos ao intímo de uma personagem transtornada pela busca da perfeição:

Apresentam-se alguns ensaios de alunos sobre o  filme:

Cisne Negro – Gonçalo, 12ºB (ESGO)

Cisne Negro – Catarina, 12ºB (ESGO)

3. O FILME 127 HORAS

Com uma história muito diferente, mas não menos importante do ponto de vista das emoções, analisou-se o filme 127h considerando as emoções como o centro de todo o “momento” de stress. Este não é igualmente um filme que “agrade”, o actor encontra-se em sofrimento quase todo o filme, mas a vida real também nem sempre é agradável:

Eis alguns ensaios de alunos sobre  o filme:

Francisco, 12ºB (ESGO) 

4.  O FILME INCEPTION

O filme inception retrata a possibilidade de existirem “outros” mundos virtuais, mas não à estilo mantrix, algo um pouco mais sofisticado que nos permite entrar na mente do vizinho, vaguear e construir mundos perfeitos. Segundo este filme é possível “plantar ideias” nos outros, levá-los a acreditar naquilo que queremos e os níveis de complexidade dos sonhos são de tal ordem que terminamos o filme sem saber bem em que “mundo” se encontra o nosso “ladrão de ideias”! Do ponto de vista filosófico este filme é estremamente rico e os seus conceitos também chocam com as actuais ideias de mente e a investigação psicológica contemporânea:

Disponibilizam-se um ensaio sobre  o filme:

Sílvia Afonso, 12ºB (ESCGO)

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