Filme: ” Um Bom Rebelde”

1. “O BOM REBELDE”

Para iniciar a temática da Cognição (Mente, Aprendizagem, Memória e Percepção) parece compensador apresentar um filme que exemplifique alguns dos processos pelos quais a nossa mente opera, particularmente no que respeita à aprendizagem, memória e emoção. O filme “O Bom Rebelde” reúne algumas destas características, bem como possibilita ao aluno compreende o que significa “pensar”, decidir em função de emoções/sentimentos em, sobretudo, compreender que o comportamento de um indivíduo é complexo pois implica o estudo de um vasto conjunto emparelhado de processos e competências. Através do filme somos levados para a grande problemática de “saber aquilo que somos” e o que melhor nos define.

SINOPSE:

Will Hunting (Matt Damon) é um jovem brilhante, mas tal como os seus amigos, passa os dias de trabalho entre o bar local e a esquadra de polícia mais próxima. Ele nunca entrou numa universidade a não ser como empregado de limpeza do M.I.T. No entanto, tem uma memória fotográfica uma capacidade inacreditável de resolver problemas matemáticos mais complicados. Com apenas 20 anos , este carismático rebelde não consegue evitar uma sentença de prisão pendente.

2. “MENTE BRILHANTE”

Paralelamente ao “Bom Rebelde” existe um outro filme que também permite introduzir com algum conforto a temática embora se refugie mais num problema patológico, concentrando-se no poder da memória do ser humano. Mediante “Mente Brilhante”, os alunos podem compreender a complexidade do funcionamento da memória, o poder da nossa mente para criar realidades imagéticas e o grande problema de saber o que é ou não real.

SINOPSE

É um drama intensamente humano, inspirado nos eventos da vida de um verdadeiro génio – o matemático John Nash. Nascido numa família de classe média numa pequena cidade de West Virginia, ele fascinou o mundo intelectual há mais de 50 anos com uma surpreendente descoberta. o seu trabalho pioneiro sobre a “teoria dos jogos” tornou-o o astro da “Nova Matemática” na década de 50, porém a sua ascensão mudou de rumo drasticamente quando o seu brilhantismo intuitivo foi afectado pela esquizofrenia. Enfrentando desafios que destruíram muitas outras pessoas com essa doença, John nash lutou com a ajuda da sua devotada mulher, Alicia e, depois de décadas de dedicação, consegui recuperar a tragédia e chegou até a receber o prémio Nobel de 1994. Lenda viva, o matemático continua envolvido no seu trabalho até hoje.

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